Em algum lugar do polo sul…

Esta é mais uma render do trabalho sobre educação ambiental =)

Experiencias com VUE, além do 3DS MAX.

Até mais, vou upando esses “rascunhos” vez em quando… ;D

Mesmos Livros; Nova Editora!

Na verdade, já nao são mais os mesmos. Toda a diagramação foi refeita. Fora que todos os três agora estao de acordo com o novo acordo ortográfico. E ainda, o livro O Centro ganhará ISBN em breve. Assim, ficará registrado para o mundo todo.

A nova editora em questão é a BookeSS. Ela também trabalha com publicação sob demanda, entretanto trata da publicação com muito mais dinamismo: os autores e usuários formam uma rede social, colaborativa, onde um autor pode escrever o livro pouco a pouco enquanto recebe palpites, ou publicar toda a obra de uma vez e disponibilizar para o publico páginas de degustação, gerado automaticamente por um vizualizador bonito, simples e intuitivo.

Dois dos livros (Cindy – Agente do CCET e Contos Compilados) estao em formato de bolso (10cm x 15cm) e o livro O Centro, em tamanho tradicional (14cm x 21cm). Com o tempo, todos eles terão versões tradicionais e versões de bolso.

O livro Contos Compilados continua sendo oferecido na AGBook e no Clube de Autores, no formato tradicional.

Confiram no meu perfil os tres livros: http://www.bookess.com/profile/rafael.alexandre/

Estão disponíveis pra venda impressos e em e-book (sendo que o livro Contos Compilados, você pode ter em PDF aqui mesmo do site, e impresso a preço de custo – ou seja, sem pequeno lucro que seria destinado a mim… xD)

Mais genial ainda: Frete Grátis! pra todo o Brasil.

Aproveitem, e divulguem.

Até mais.

Dragões de Onnos

Em um continente distante, talvez nem deste mundo, uma raça de cruéis saqueadores oprimiam o mundo dos homens. Criaturas grandes, altas, meio touro, meio escorpiões, que de quando em quando saiam de sua escura floresta para roubar e amedrontar os outros povos viventes daquele continente. Ironianos eram chamdos, viviam na Floresta Negra de Írios, a norte.

Áprius, Rei dos Homens do reino de Sérinos, cansado dos ataques que há gerações aterrorizam seu povo, conclamou a um grupo de bravos heróis que pedissem ajuda, uma ajuda mágica, para derrotar de vez tais opressores. Eis que Sundorf, seu general e braço direito, seu filho Loha, o mago Lindsey, e o jovem, porém habilidoso, arqueiro Antilis, partiram nesta busca. Partiram em busca de Dráconnos. Um mitológico Dragão, que viveria no vulcão além da Floresta de Ìrios, que teria o poder para dar fim a esses ataques covardes e contínuos.

—————

Isto é uma singela, porém fiel, sinopse de um pequeno grande conto que escrevi há anos (entre 1999 e 2000), antes mesmo deu ler O Senhor dos Anéis, inspirado apenas por jogos de RPG – que naverdade até serviu de cenário para uma camapanha. O Conto permaneceu intocado. Tenho apenas um original impresso (o aquivo digital fora perdido há muito).

Com ele ganhei um premio literário na minha escola, no primeiro ano do ensino médio. 1º lugar no ano de 2001.

Em 2002 concorri com sua sequencia, ficando apenas em 3º. Mas enfim, no fim, os premios nao são realmente importantes.

O caso é que esses contos acabaram por virar uma trilogia, como quase tudo que se escreve… O curioso é que não foi nem um pouco planejado. Esta sinopse que narrei é do livro “Dragões de Onnos: Em Busca de Dráconnos”. Há ainda o “Dragões de Onnos: Invasão do Vale Élfico”. E viria a ter “Dragões de Onnos: A Guerra Fraterna”. Digo que não houve planejamento pois, confesso, as “sequencias” são, na verdade, retroativas. Ou seja. Os acontecimentos em Invasão do Vale Élfico sao anteriores a Em busca de Dráconos, já os de A Guerra Fraterna seriam anteriores ao de Invasão do Vale Élfico. Uma história de trás pra frente, do fim, pro meio e pro começo…

Confuso? Imagine pra mim =x

O último (primeiro na cronologia interna) nao foi escrito. Isso porque O Centro iniciou-se na minha mente. Saí da Ficção Fantástica e fui para Ficção Científica.

Tenho muitos projetos paralelos, mas volta e meia esse cai no meu colo. Preciso digitar todo o primeiro livro de novo, e desta vez reformulando-o. Isso me prometo a cada vez que lembro dele. Além disso, também me sou lembrado de escrever A Guerra Fraterna. Sem falar que precisarei digitar a Invasão no Vale Élfico também. Recuperar estas histórias me tomariam tempo, e o cotitidano sempre impele agente pro outro lado…

Eis que um autor contemporaneo, que escreveu suas magnificas estórias quase na mesma época, me fez lembrar que as coisas, as inspiraçoes, os fios da meada, podem flutuar por aí, bem como já disse uma vez, e ser captada. Dragões de Éter, de um também Rafael (com ph: Raphael Draccon). Nada mais coincide além do início dos titulos dos livros… Draccon é talentosíssiomo e premiado por isso, eu, ainda engatinho no mundo das letras e não fui muito lido. Ele envereda por caminhos totalemten diferentes do que propus pra mim em meus livros.

Mas nao pude deixar de sentir aquela pequena pontada: “Meu livro tem o nome parecido com o dele… Certamente me acusariam de nao ser original. Pior: de ser plagiador”.

O que se pensaria se eu chegasse com uma pequena série, chamada “Dragoes de Onnos”? Mesmo a história sendo totalmente contrária e sem nenhuma referencia ao título quase homonimo, lançado por Draccon? E ainda por cima com um personagem principal chamado Draconnos…

Será que deixei escapar a chance? Ou será que guardar a história só pra mim, por esses motivos, não se justifica?

08 – Photoshop: O Leão

Pr’aqueles que já tinham a pergunta em mente: Não, nunca li Nárnia. Vi o filme sim, mas só o primeiro.

Curiosamente, hoje, quando concluí o desenho, havia um professor colega de trabalho lendo As Crônicas bem na mesa de trás. Debruçado sobre o calhamaço de 700 páginas de C. S. Lewis.  No fim, acabei recebendo uma explanação sobre a importância dos escritos de Lewis, e assim, depois de terminar de ler O Hobbit e o Silmarilion (de J.R.R Tolkien – que foi contemporâneo e amigo de Lewis) lerei Nárnia.

É o tipo de inspiração que está no ar, basta manter asanteninhas de vinil ligadas… xD. De fato, nem tanto a inspiração pelo desenho em si, pois foi “encomendado”. Este leão será parte de uma ilustração dos livros que produzimos onde trabalho. Mas inspiração que guiou a sua forma estética. Sou muito adepto a linhas e dessa vez resolvi abandoná-las. E gostei do resultado.

É a primeira vez que posto algo do gênero no blog (peça produzida para meu trabalho). Portanto se um dia sumir… já sabem. Não sei ao certo o quanto da minha produção a instituição onde trabalho tem direitos sobre, mas se tiver total direitos, um dia terei que tirar do ar…  vou procurar saber. Enquanto isso:

HQ Geni e o Zepelim – Página 1

Sei que seria uma empreitada até mesmo aquém do gênio Chico Buarque, mas minha admiração pelo trabalho dele e por essa música em particular (dentre tantas outras obras primas de igual importância) me inspirou em retomar inclusive as atividades do blog, reinalgurando as postagems em 2011 com essa nova HQ. Assim como a outra, postarei página a página, entretanto não garanto updates diários, mesmo que esteticamente a HQ parece apenas um rascunho, deixei-o propositadamente com essa aparência (pura experimentação).

Segue agora a página, leia o resto para ver (conteúdo pode vir a ser ofensivo para alguns, por isso está escondido)…

Continue lendo

07 – Photoshop: Ilustração do livro O Centro

Essa ilustração vem diretamente das páginas do livro O Centro, de minha autoria. Assim com eu já falei da HQ, a idéia da ilustração vem desse desejo de ver a obra em seu visual.

Ei-la:

O Trio de Agentes tentam deter a ave alienígena - Cena da Parte 3, A Vingança Vermelha,  de O Centro

O Trio de Agentes tentam deter a ave alienígena - Cena da Parte 3, A Vingança Vermelha, de O Centro

Penso que, enquanto estruturo a HQ, algumas cenas virão a tona (mas nenhuma delas, até o momento, farão parte da HQ). Quem sabe as insiro em outra versão do livro, numa versão ilustrada.

E mais, eis o “makingoff” dessa cena!

 

MakingOff

MakingOff

Até a próxima.

O Mundo Do Contra

Nunca tinha lido Turma da Monica Jovem, comprei as ediçoes 29 e 30 a título de pesquisa… A Maurício de Souza Produções está com testes abertos para desenhistas, roteiristas e arte-finalistas, mas isso é outra história…

Voltando ao Mangá do Maurício (pois apesar da tentativa, eu reconheço nessas páginas 80% de Mauricio e 20% do que é mangá – e isso nao tira nenhum brilho da revista!) É uma história protagonizada pelo Do Contra, de 2 ediçoes.

Comecei  e comecei bem. Muito bem, posso dizer.

O roteiro com esse personagem é algo fora do comum (sempre foi, desde o surgimento dele na turminha). Agora com uma linguagem mais “livre”, o Do Contra explora pensamentos que vão além na verdade de apenas negar a tudo e remar contra a maré. Ele efetivamente cria isso como filosofia e se confronta com a dialética de suas escolhas. Entretanto sempre mantém suas convicções.

Como toda excelente idéia, a estória no fim parece simples, mas o desenrolar, com seus diálogos e caminhos são de tirar o chapéu e dão uma sensação de que acabara de fazer uma leitura tão excelente, que foi quase um êxtase.

É difícil comparar, e pode até ser exagero da minha parte, mas ao final dessa estória, me senti mais ou menos como no final do livro “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder. Pelo fato de que meus horizontes se estenderam um pouco mais. Houve ganho de novas perspectivas, novas maneiras de olhar o mundo. De fato, o livro de Gaarder explora e desperta com muito mais eficiencia, enquanto que o mangá não chega com tanta força assim – mas certamente o faz. E imagino que com diferentes intensidades, de modo que, assim como o Do Contra, tem força inversamente proporcional: quanto menos mente aberta, mais efeito a estória fará.

Recomendado a todos os fãs de quadrinhos. Definitivamente.